Terreiros contra racismo religioso

Neste mês de julho saiu, na Revista Darcy, da Universidade de Brasília, reportagem sobre a luta de afrorreligiosos contra o racismo religioso. Apesar de serem imprecisos os dados, há números que indicam uma escalada recente na violência contra terreiros – sempre existente em nosso país. Mais centros de Umbanda, Candomblés, casas de Tambor de Mina, dentre outros, vêm sendo atacados por pessoas que não respeitam a religião alheia e pelo próprio Estado. Pessoas, igualmente, vêm sendo agredidas com mais frequência pelas ruas do país. Como um todo, estes atos devem ser caracterizados como crimes de racismo – racismo religioso.

Nosso ogan Guilherme Nogueira, tata Mub’nzazi, é integrante do Grupo Calundu, da Universidade de Brasília. O grupo protagonizou o debate da reportagem e diferentes de seus integrantes, inclusive pai Mub’nzazi, foram entrevistados pelos repórteres da Revista Darcy. A ação do Grupo Calundu é apoiada pela Cabana Senhora da Glória – Nzo Kuna Nkos’i, que na figura de nosso tata se vê representada nesta luta por respeito e contra o racismo (religioso e todas as demais formas) brasileiro.

Expressamos, igualmente, nossos respeitos pelas falas do pai Carlos Juca, do terreiro de Umbanda Ogum Rompe Mato, e da mãe Baiana, do terreiro de Candomblé Ilê Axé Oyá Bagan. Ambos os terreiros são casas amigas de nossa Cabana.

A revista Darcy, com a reportagem em pauta, pode ser acessada neste link.

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