Festa de santos na vizinhança: terreiros de Candomblé na cidade de Belo Horizonte

Observação: Este texto é um artigo científico, apresentado em agosto de 2014 no IV Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, por Guilherme Nogueira, Tata Mub’nzazi, ogan de nossa casa. Guilherme é Mestre em Ciências Sociais e Doutorando em Sociologia pela Universidade de Brasília. O texto completo, publicado nos anais do evento, pode ser acessado e baixado em formato .pdf neste link.

Resumo: Busco com o presente artigo apresentar elementos que auxiliem a entender as formas como a religiosidade e a tradição afro-brasileira existem na cidade de Belo Horizonte. Para tanto, dentre outras atividades, participei da festa do nkinse Nsunbu, senhor das chagas e das curas, no terreiro Nzo Kuna Nkosi, que segue a tradição do Candomblé Angola, de raiz banto. Busquei descrever o funcionamento da festa e, em sua análise, a partir dos trabalhos de Callois e Simmel, elucidar elementos que apontam para a maneira como os candomblecistas entendem a sua própria religiosidade. Tentei demonstrar que tal compreensão, aliada à capacidade que os terreiros possuem de absorver elementos e se adaptar a seu mundo externo, levam-lhes a preservar suas tradições e a sacralidade de seus cultos.

Palavras-chave: Candomblé, nkinses, modernidade.

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